Literatura de cordel
Literatura de cordel é uma espécie de poesia popular que é impressa e divulgada em folhetos ilustrados com o processo de xilogravura. Também são utilizadas desenhos e clichês zincografados. Ganhou este nome, pois, em Portugal, eram expostos ao povo amarrados em cordões, estendidos em pequenas lojas de mercados populares ou até mesmo nas ruas.
A literatura de cordel chegou ao Brasil no século XVIII, através dos portugueses. Aos poucos, foi se tornando cada vez mais popular. Nos dias de hoje, podemos encontrar este tipo de literatura, principalmente na região Nordeste sobretudo nos estados de Pernambuco, da Paraíba, do Rio Grande do Norte e do Ceará. do Brasil. Ainda são vendidos em lonas ou malas estendidas em feiras populares.
Os temas incluem fatos do cotidiano, episódios históricos, lendas , temas religiosos, entre muitos outros. As façanhas do cangaceiro Lampião são alguns dos assuntos de cordéis que tiveram maior tiragem no passado.Em algumas situações, estes poemas são acompanhados de violas e recitados em praças com a presença do público.
Um dos poetas da literatura de cordel que fez mais sucesso até hoje foi Leandro Gomes de Barros (1865-1918). Acredita-se que ele tenha escrito mais de mil folhetos.
Não se sabe se sabe quem foi a primeira pessoa a fazer o cordel.
Literatura popular
Literatura Popular, esta literatura é também apresentada com outras denominações: literatura oral, literatura tradicional, etno-literatura ou literatura marginal.
O principal defensor do nome “literatura popular” é, sem dúvida, Viegas Guerreiro, que afirma preferi-lo por ser o de “de mais extenso significado”, já que “cabe nele toda a matéria literária que o povo entende e de que gosta, da sua autoria ou não
Manoel Monteiro da Silva
Manoel Monteiro da Silva (em arte, MANOEL MONTEIRO) nasceu em Bezerros, Pernambuco, no dia 4 de Fevereiro de 1937. É o mais inspirado poeta popular brasileiro em atividade, e um dos grandes responsáveis pela difusão da literatura nas escolas. . Detalhista, meticuloso, aborda em seus folhetos temas variados e polêmicos, com surpreendente objetividade. Dentre os muitos títulos de sua autoria, destacam-se: O Castigo da Soberba; Uma Tragédia de Amor; Peleja de Manoel Camilo com Manoel Monteiro; Padre Cícero: Político ou Padre? Cangaceiro ou Santo?. Vive presentemente em Campina Grande - PB, divulgando a cultura e a história do estado que o acolheu através do Projeto Paraíba, Sim Senhor!, onde apresenta resumos biográficos de ilustres filhos deste estado.
O poeta Manoel Monteiro explicou que no Brasil três livros são lidos com frequência: a Bíblia ou um livro indicado pelo líder da igreja; os folhetos de cordel e o lunário, que as pessoas consultam para saber as condições do tempo.
Para ser cordelista tem que ter comprometimento com a qualidade do que se produz, é necessário ser culto, saber das normas da Língua Portuguesa, porque a linguagem coloquial não contribui para o crescimento pessoal, diz Manoel Monteiro.
Grupo 7 :Beatriz Queiroz;
Isabelle Pires;
Leonardo Dantas;
Luana Guimarães;
Mariana Gomes.
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